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domingo, 21 de fevereiro de 2010

GeoPiadinha


Pesquisa Fracassada!

ONU resolveu fazer uma pesquisa em todo o mundo.

Enviou uma carta para o representante de cada país com a pergunta:
"Por favor, diga honestamente qual é a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo".

A pesquisa foi um grande fracasso. Sabe por quê?

Todos os países europeus não entenderam o que era "escassez".

Os africanos não sabiam o que era "alimento".

Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre o que era "opinião".

Os argentinos mal sabem o significado de "por favor".

Os norte-americanos nem imaginam o que significa "resto do mundo".

O congresso brasileiro está até agora debatendo o que é "honestamente".


Fonte: http://www.blogger.com/feeds/3898443737961424595/posts/default
Imagem: http://www.angolaemb.se/informacao/boletins/boletim-n16/n5.htm

Humor: Construção Civil!

Pedreiro Preguiçoso!

Camarada vai trabalhar numa obra, como ajudante de pedreiro.
Logo no primeiro dia, o mestre-de-obras chama a sua atenção:
— Ô, Vicente! Os outros serventes levam dez tijolos de cada vez! Por que você leva só cinco?
— Ah, o senhor sabe como tem gente folgada nesse mundo! Vai ver eles têm preguiça de fazer duas viagens.



Fonte: http://www.blogger.com/feeds/3898443737961424595/posts/default

Imagem: http://positivopensamento.blogspot.com/2008/12/o-pedreiro.html

Cidade em versos!

Músicas e Poesias que abordam a cidade e seus personagens!

Dica de material para quem trabalha com a Educação de Jovens e Adultos da Construção Civil!




Cidadão
Composição: Lucio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas prá ir, duas prá voltar
Hoje depois dele pronto
Olho prá cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?
Ou tá querendo roubar?"
Meu domingo tá perdido
Vou prá casa entristecido
Dá vontade de beber
E prá aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer...

Tá vendo aquele colégio moço
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem prá mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar"
Essa dor doeu mais forte
Por que é que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava
Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer...

Tá vendo aquela igreja moço
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá foi que valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse:
"Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asa
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

Hié! Hié! Hié! Hié!
Hié! Oh! Oh! Oh!



O Operário Em Construção
Composição: Vinicius de Moraes

E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o Diabo:
– Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
E Jesus, respondendo, disse-lhe:
– Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás.
Lucas, cap. V, vs. 5-8.

Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.

De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse, eventualmente
Um operário em construção.

Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
– Garrafa, prato, facão –
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário,
Um operário em construção.
Olhou em torno: gamela
Banco, enxerga, caldeirão
Vidro, parede, janela
Casa, cidade, nação!
Tudo, tudo o que existia
Era ele quem o fazia
Ele, um humilde operário
Um operário que sabia
Exercer a profissão.

Ah, homens de pensamento
Não sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento!
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua própria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.

Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Exercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.

E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.

E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:

Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.

E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.

Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação
– "Convençam-no" do contrário –
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.

Dia seguinte, o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu, por destinado
Sua primeira agressão.
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!

Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras se seguiram
Muitas outras seguirão.
Porém, por imprescindível
Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento
Da construção que crescia.

Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo vário.
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
– Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem bem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher.
Portanto, tudo o que vês
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.

Disse, e fitou o operário
Que olhava e que refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria.
O operário via as casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro do seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.
E o operário disse: Não!

– Loucura! – gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
– Mentira! – disse o operário
Não podes dar-me o que é meu.

E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martírios
Um silêncio de prisão.
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Com o medo em solidão.

Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão.
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão.
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.

Barracos(ESCOMBROS)
Netinho

Pra quem mora lá no morro
Esse barraco vai cair
Eu não me canso de avisar
Ele não tem alvenaria
Não tem coluna pra apoiar
Ai, eu não quero ver o dia
Dessa zorra desabar
Pra quem vive nos escombros
Sem poesia e sem paixão
Sem mel, sem céu, sem sonho
Com o coração na mão
Pra quem tá no fim da fila
Tá num beco sem saída
Tá perdendo a graça
Tá ganhando mais ferida
Esse barraco vai cair...

Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Vai desabar
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Não dá pra viver lá





Nos Barracos da Cidade

Composição: gilberto gil

Nos barracos da cidade
Ninguém mais tem ilusão
No poder da autoridade
De tomar a decisão
E o poder da autoridade, se pode, não faz questão
Mas se faz questão, não
Consegue
Enfrentar o tubarão

Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita

E o governador promete,
Mas o sistema diz não
Os lucros são muito grandes,
Grandes... ie, ie
E ninguém quer abrir mão, não
Mesmo uma pequena parte
Já seria a solução
Mas a usura dessa gente
Já virou um aleijão

Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita

Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita
Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita


Letras:
http://letras.terra.com.br
http://www.nomorelyrics.net
http://letras.terra.com.br


Vídeos:

http://www.youtube.com/

Dinâmica: Passaporte!

Dinâmica: Passaporte!

Dinâmica sugerida por uma amiga (Márcia) para o primeiro dia de aula, para os alunos se conhecerem e se apresentarem.



Procedimento:
  • Cada aluno pega um pedaço de papel, ou folha branca;
  • E vai colocando seus dados conforme o professor vai sugerindo: Nome, Idade, Data de nascimento, Cor dos olhos e cabelos, Onde nasceu, Onde mora, Qualidades, Defeitos, Um sonho....
  • Depois cada um faz um aviãozinho de papel;
  • A próxima etapa consta em cada um lançar seu aviãozinho por ar, e ao mesmo tempo pegar um de seus colegas e não deixar nenhum avião cair no chão; Isso pode durar alguns instantes, parte mais discontraída;
  • Quando o professor avisar, cada um deve ficar com um aviãozinho em mãos;
  • Em seguida cada aluno lê as informações do aviãozinho que ficou em pose, mas sem dizer onome do aluno referido; O objetivo é os outros alunos irem adivinhando de quem se trata as informações;
  • Quando descobrirem, o aluno então que teve suas informações reveladas é o próximo a ler os dados de seu aviãozinho;
  • Assim segue até todos terem suas informações reveladas e serem apresentados para a turma.

Imagens:
http://jornale.com.br/mirian/?p=4854
http://bandciencias.colband.blog.br/2009/08/17/desafio-do-aviaozinho/



quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Músicas e Escola!

Algumas dicas de Músicas que tratam do cotidiano escolar:


Estudo Errado
Composição: Gabriel, O Pensador

Eu tô aqui Pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?
Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater
Sem recreio de saco cheio porque eu não fiz o dever
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando, espiando, colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero jogar botão, vídeo-game, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu "vá pra aula!" e "estude!"
Então dessa vez eu vou estudar até decorar cumpádi
Pra me dar bem e minha mãe deixar ficar acordado até mais tarde
Ou quem sabe aumentar minha mesada
Pra eu comprar mais revistinha (do Cascão?)
Não. De mulher pelada
A diversão é limitada e o meu pai não tem tempo pra nada
E a entrada no cinema é censurada (vai pra casa pirralhada!)
A rua é perigosa então eu vejo televisão
(Tá lá mais um corpo estendido no chão)
Na hora do jornal eu desligo porque eu nem sei nem o que é inflação
- Ué não te ensinaram?
- Não. A maioria das matérias que eles dão eu acho inútil
Em vão, pouco interessantes, eu fico pu..
Tô cansado de estudar, de madrugar, que sacrilégio
(Vai pro colégio!!)
Então eu fui relendo tudo até a prova começar
Voltei louco pra contar:
Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem tirei um cem e eu quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Decoreba: esse é o método de ensino
Eles me tratam como ameba e assim eu não raciocino
Não aprendo as causas e conseqüências só decoro os fatos
Desse jeito até história fica chato
Mas os velhos me disseram que o "porque" é o segredo
Então quando eu num entendo nada, eu levanto o dedo
Porque eu quero usar a mente pra ficar inteligente
Eu sei que ainda não sou gente grande, mas eu já sou gente
E sei que o estudo é uma coisa boa
O problema é que sem motivação a gente enjoa
O sistema bota um monte de abobrinha no programa
Mas pra aprender a ser um ingonorante (...)
Ah, um ignorante, por mim eu nem saía da minha cama (Ah, deixa eu dormir)
Eu gosto dos professores e eu preciso de um mestre
Mas eu prefiro que eles me ensinem alguma coisa que preste
- O que é corrupção? Pra que serve um deputado?
Não me diga que o Brasil foi descoberto por acaso!
Ou que a minhoca é hermafrodita
Ou sobre a tênia solitária.
Não me faça decorar as capitanias hereditárias!! (...)
Vamos fugir dessa jaula!
"Hoje eu tô feliz" (matou o presidente?)
Não. A aula
Matei a aula porque num dava
Eu não agüentava mais
E fui escutar o Pensador escondido dos meus pais
Mas se eles fossem da minha idade eles entenderiam
(Esse num é o valor que um aluno merecia!)
Íííh... Sujô (Hein?)
O inspetor!
(Acabou a farra, já pra sala do coordenador!)
Achei que ia ser suspenso mas era só pra conversar
E me disseram que a escola era meu segundo lar
E é verdade, eu aprendo muita coisa realmente
Faço amigos, conheço gente, mas não quero estudar pra sempre!
Então eu vou passar de ano
Não tenho outra saída
Mas o ideal é que a escola me prepare pra vida
Discutindo e ensinando os problemas atuais
E não me dando as mesmas aulas que eles deram pros meus pais
Com matérias das quais eles não lembram mais nada
E quando eu tiro dez é sempre a mesma palhaçada

Refrão

Encarem as crianças com mais seriedade
Pois na escola é onde formamos nossa personalidade
Vocês tratam a educação como um negócio onde a ganância, a exploração, e a indiferença são sócios
Quem devia lucrar só é prejudicado
Assim vocês vão criar uma geração de revoltados
Tá tudo errado e eu já tou de saco cheio
Agora me dá minha bola e deixa eu ir embora pro recreio...

Juquinha você tá falando demais assim eu vou ter que lhe deixar sem recreio!
Mas é só a verdade professora!
Eu sei, mas colabora se não eu perco o meu emprego.



No Fundo do Quintal Da Escola
Composição: Raul Seixas e Claudio Roberto

Não sei onde eu to indo
Mas sei que eu to no meu caminho
Enquanto você me critica, eu to no meu caminho
Eu sou o que sou, porque eu vivo a minha maneira
Só sei que eu sinto que foi sempre assim minha vida inteira
Eu sei..
Não sei onde eu to indo
Mas sei que eu to no meu caminho
Enquanto você me critica, eu to meu caminho
Desde aquele tempo enquanto o resto da turma se juntava pra:
Bate uma bola!
Eu pulava o muro, com Zézinho no fundo do quintal da escola
Não sei onde eu to indo
Mas sei que eu to no meu caminho
Enquanto você me critica, eu to meu caminho
Você esperando respostas, olhando pro espaço
E eu tão ocupado vivendo, eu não me pergunto, eu faço
Não sei onde eu to indo
Mas sei que eu to no meu caminho
Enquanto você me critica, eu to meu caminho
E se você quiser contar comigo e melhor não me chamar pra jogar bola
To pulando o muro com o Zézinho no Fundo do quintal da escola
Eu to..
Eu to pulando o muro com o Zézinho no Fundo do quintal daescola
Eu to..
Eu to pulando o muro com o Zézinho no Fundo do quintal daescola
Eu sempre estive lá
Eu to pulando o muro com o Zézinho no Fundo do quintal daescola



Festa da Escola
Composição: Mc Marcinho

Foi na festa da escola que tudo começou,
Eu olhei pra ela e ela me olhou,
Pois ainda não entendo por que me deixou,
Volte pra mim meu amor!

Mostra o que é amor pra essa rapaziada DJ!

Eu não tiro da cabeça aquela gata,
A gente conversava lá na praça,
Mas o dia foi passando quando eu me toquei,
Que foi por você que eu me apaixonei,
Nosso amor foi aumentando a cada momento,
E eu fiquei pensando logo em casamento.

Amor por que você me deixou assim,
Eu peço por favor volte pra mim. (2x)
É que eu moro na estrada da Possê!
Eu digo para o mundo que eu amo você
É que eu moro na estrada da Possê!
Nosso amor é lindo só quero você!

Amor, eu quero sempre está ao seu lado
Te fazer carinho, ser seu namorado,
Quando eu estou em casa só fico pensando,
Por onde você deve estar andando,
Todo mundo nessa vida teve uma paixão,
Mas foi ela que conquistou o meu coração!

Amor por que você me deixou assim,
Eu peço por favor volte pra mim. (2x)
É que eu moro na estrada da Possê!
Eu digo para o mundo que eu amo você
É que eu moro na estrada da Possê!
Nosso amor é lindo só quero você!

Eu ainda acredito que não terminou,
Mas foi muito bom enquanto durou,
Mas as pessoas quando gostam não tem traição,
Fica apenas concentrada naquela paixão,
O que eu cantei agora foi a realidade,
O que era amor tornou-se amizade!

Amor por que você me deixou assim,
Eu peço por favor volte pra mim. (2x)
É que eu moro na estrada da Posse!
Eu digo para o mundo que eu amo você
É que eu moro na estrada da Posse!
Nosso amor é lindo só quero você!

Eu não tiro da cabeça aquela gata,
A gente conversava lá na praça,
Mas o dia foi passando quando eu me toquei,
Que foi por você que eu me apaixonei,
Nosso amor foi aumentando a cada momento,
E eu fiquei pensando logo em casamento

Amor por que você me deixou assim,
Eu peço por favor volte pra mim. (2x)
É que eu moro na estrada da Possê!
Eu digo para o mundo que eu amo você
É que eu moro na estrada da Possê!
Nosso amor é lindo só quero você!




Letra: http://letras.terra.com.br/
Vídeo: http://www.youtube.com/